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Portada de Crise da escola X Crise da educaÛçÛão física · Alfredo Melo de Carvalho
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Se me antoja
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Crise da escola X Crise da educaÛçÛão física

Alfredo Melo de Carvalho

Ingredientes deporte y educación participación social política deportiva

De qué va este platillo

Este texto toma como temas centrais aquilo que para o autor constitui um autÛªntico mistério no processo de desenvolvimento do desporto em Portugal: porque é que a populaÛçÛão do país adere de forma tÛão limitada à sua prática, e porque é que o número de medalhas conquistadas nos Jogos Olímpicos é tÛão reduzido quando comparado com o grupo de países que podem ser os seus mais directos competidores?De forma sintética, a situaÛçÛão apresenta-se desta forma: a percentagem da populaÛçÛão que pratica, tendo chegado há cerca de 10 anos atrás aos 27%, baixou para os 22% referidos a 2018 pelo Eurobarómetro Especial do Desporto. O primeiro destes valores já colocava Portugal no grupo dos países europeus menos desenvolvidos, e é previsível que o segundo tenha piorado com a epidemia.Quanto à questÛão das medalhas, que constitui a preocupaÛçÛão central do Sistema Desportivo Nacional, dos políticos e, de um modo geral, da populaÛçÛão e em especial dos média, os atletas portugueses nos Jogos Olímpicos conquistaram 28 medalhas desde 1912, altura da sua 1.ª participaÛçÛão, enquanto os países do tal grupo (Grécia, FinlÛândia, Noruega, Suécia, Bélgica, Dinamarca, SuíÛça, Bulgária e outros), possuem todos para cima das 100 medalhas.EntÛão o que se passa? Cada um emite a sua opiniÛão, mas generalizadamente considera-se que a responsabilidade maior cabe à escola, e em especial ao desporto escolar, pois a educaÛçÛão física deixou de ser tomada em consideraÛçÛão, pois foi eliminada por pertencer ao mundo do passado.Ora, como bem se sabe, a escola atravessa uma crise profunda provocada pelas consequÛªncias de um choque profundo entre concepÛçÛões educativas, imposto por visÛões políticas muito diferentes.Com plena justificaÛçÛão, a presenÛça do desporto dentro da escola, sofre os efeitos dessa crise para viver aquela que lhe é própria.Que concepÛçÛões divergentes sÛão essas? Que responsabilidade cabe à escola na resoluÛçÛão da crise da educaÛçÛão física e do desporto escolar? Qual deve ser a funÛçÛão da actividade motora, como instrumento educativo fundamental para o desenvolvimento pleno da Juventude Portuguesa? Que papel deve caber à escola, ao clube desportivo, às federaÛçÛões e à iniciativa privada, na resoluÛçÛão do problema da formaÛçÛão dos campeÛões? Qual é o efeito que a mercantilizaÛçÛão generalizada do desporto tem em todo este processo? Que novas formas deve assumir a formaÛçÛão desportiva da crianÛça, do adolescente e do jovem, de modo a adquirirem o hábito permanente da prática das diferentes actividades, na via da manutenÛçÛão da vida activa e saudável, ao longo de toda a vida? Estes sÛão algumas das questÛões que sÛão abordadas, formulando propostas de reflexÛão.

La receta

EditorialMário Brito PublicaÛçÛões Unipessoal, Lda | 5livros
Materia (Thema)Educación / Ciencias de la Educación / Pedagogía
ISBN9789897827877
IdiomaPortugués
Año2023
OrigenPortugal
Páginas200
Tamaño16 × 23.5 cm
Peso310 g
DisponibilidadEn mesa

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