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Crónica por ruas e praÛças do poder
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- Editorial
- Sin sello informado
- ISBN
- 9789897821851
Entre estas páginas
Existem algumas Ruas e PraÛças que sÛão muito especiais. Em todos os continentes, no hemisfério norte e no sul; no oriente e no ocidente. EspaÛços reais urbanos que todos conhecemos ou lemos de alguma forma; que fazem parte da nossa imaginaÛçÛão, mas que pouca reflexÛão nos merecem na sua verdadeira influÛªncia, tÛão absorvidos estamos na nossa correria diária.Quando percorremos algumas Ruas e PraÛças do Poder, percebemos uma relaÛçÛão algo maquiavélica. A sua utilizaÛçÛão e frequÛªncia pelas populaÛçÛões, grupos e organizaÛçÛões, ou mesmo pelo próprio Estado, foram determinantes em muitos dos acontecimentos mais relevantes da vida e da história de muitos Estados, e muitas vezes com projeÛçÛão geopolítica regional ou global. Nestes espaÛços urbanos delimitados, o algoritmo do poder foi, ou ainda é, quase sempre proeminente e muitas vezes decisivo.A incidÛªncia focalizada em algumas Ruas e PraÛças, relevantes num determinado espaÛço geográfico, conduz necessariamente a invocar a Cidade, ou seja a área urbana maior onde se inserem. Daremos conta da Lisboa do Terreiro do PaÛço, da Baixa e da Rotunda que deram vida republicana ao 5 de Outubro. Da Avenida da Liberdade que enfeitiÛçada pelo seu nome, esperou os vencedores do 28 de Maio. E claro, relembramos o Largo do Carmo que abriu a festa da liberdade para o 25 de Abril. Abordaremos algumas outras cidades do mundo, as suas Ruas e PraÛças do Poder, em tempos e circunstÛâncias diferentes, como: Petrogrado, Kiev, Buenos Aires, Caracas, Pequim, o Cairo e Argel. E claro Hong Kong.Estes espaÛços do poder por norma altivos, cheios de história e currículo, com a vertiginosa pandemia do novo coronavírus (covid-19), deixavam esmorecer a sua postura e procuravam, por estes tempos, o vazio. PraÛças e ruas sem gente e sem alma ... Tudo isto em jeito de crónica histórica urbana.